Testamento de Michael Jackson pode ser falso, diz amigo

SÃO PAULO, SP, 28 de outubro (Folhapress) – O produtor de shows David Gest, um dos melhores amigos de Michael Jackson, afirmou ao tabloide “The Sun” que o testamento do cantor, morto em 2009, pode ter sido falsificado por advogados poderosos. 
“Há muitas dúvidas sobre o testamento”, diz Gest. “Uma das coisas que as pessoas estão tentando imaginar é como Michael assinou [o documento] em Los Angeles sendo que ele estava em Nova York naquele dia. Se ele estava em Nova York, como ele pode ter assinado em LA?”. 
Janet Jackson, irmã do cantor, já havia questionado anteriormente a legitimidade do testamento utilizando o mesmo argumento. Segundo ela, Michael não poderia ter assinado os formulários na data registrada, 7 de junho de 2002, se ele estava com uma amigo da família, Al Sharpton, em Nova York. 
No entanto, os responsáveis pelo testamento do astro, John Branca e John McClain, afirmaram que todas as dúvidas sobre a validade do documento foram completamente desconsideradas dois anos atrás pela Justiça de Los Angeles. 
Outros integrantes da família, como Tito (primo que divide a guarda dos filhos de Michael com a matriarca Katherine) e Jermaine Jackson, estão do lado dos advogados.  
 
Fonte: .Diario de Guarapuava
 
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Defesa abandona tese de que Jackson bebeu propofol

A defesa do médico Conrad Murray, julgado em Los Angeles pela morte do cantor Michael Jackson, anunciou nesta quarta-feira ter abandonado a tese de que o cantor teria bebido o anestésico propofol, que causou sua morte em 25 de junho de 2009.

“Já não afirmamos que o propofol foi administrado por via oral”, disse Michael Flanagan, membro da equipe de defesa de Murray, acusado de ter dado a Jackson uma dose excessiva de propofol, para ajudar o cantor a dormir.

Os advogados de Murray afirmaram, principalmente nas audiências preliminares, que Jackson era um dependente químico desesperado e teria provocado a própria morte ao ingerir uma dose extra fatal de propofol num momento em que Murray estava ausente.

Mas a defesa se inclina agora para a tese da ingestão de comprimidos de lorazepam na ausência de Murray. O sedativo foi encontrado no corpo do Rei do Pop e, segundo a autópsia, contribuiu para a morte do astro, sem, no entanto, ter sido a causa principal.

Murray admitiu ter dado 25mg de propofol a Jackson às 10H40 do dia de sua morte, uma vez que o cantor havia passado a noite acordado, e apesar de ter administrado uma série de doses de outros sedativos, menos potentes.

A teoria de que Jackson poderia ter bebido mais propofol, um líquido de cor branca que o cantor chamava de “leite”, foi por terra com a evidência de que não foram encontrados restos de propofol em seu estômago.

O cardiologista Alon Steinberg, alto membro da Junta Médica da Califórnia, acusou Murray de uma série de erros no tratamento de Jackson, entre eles o de ter deixado o cantor sozinho para ir ao banheiro. “Quando se controla um paciente, você nunca pode se ausentar. É como deixar um bebê dormindo na mesa da cozinha”, comentou, no tribunal.

O julgamento acontece na Suprema Corte de Los Angeles, e deve durar cinco semanas.

Fonte: Terra

Amigo de M. Jackson critica médico em julgamento;

Kenny Ortega, coreógrafo responsável pela turnê de This Is It, disse na terça-feira (27) à promotoria do julgamento de Dr. Conrad Murray, médico de Michael Jackson, que estava preocupado com a saúde do astro nos ensaios que precederam a sua morte. A sessão do julgamento de Dr. Murray foi suspensa esta noite e volta na quarta, às 8h45 em Los Angeles. No horário de Brasília, o julgamento começa às 12h45.

“Ele parecia perdido e incoerente; não respondia as minhas perguntas. Ele estava fraco e magro”, disse o dançarino sobre os ensaio do dia 19 de junho de 2009, seis dias antes da morte do cantor.

Ortega também comentou que escreveu um e-mail para um amigo relatando sobre a condição do cantor e que, no dia seguinte, foi chamado em uma reunião sobre o ocorrido. “Dr. Conrad me repreendeu por não ter deixado Michael ensaiar”, disse.

Segundo o coreógrafo, depois da reunião, ocorrido no sábado, 20 de junho, Michael Jackson apareceu para os ensaios de 23 e 24 de junho muito disposto e cheio de energia. “No dia seguinte eu recebi um telefone falando que uma ambulância havia deixado a casa de Michael com ele dentro”, finalizou Ortega.

O primeiro dia de julgamento do Dr. Murray começou com o promotor David Walgren acusando o Médico de “grosseira negligência”. Segundo a acusação, o médico comprou, ao longo de mais de dois meses, cerca de 15,5 litros de Propofol, anestésico que Murray aplicava ao cantor quase todas as noites.

Walgren ainda disse que o Dr. Murray só chamou o resgate médico 24 minutos depois de encontrar o cantor inconsciente e negou aos médicos ter dado Propofol a Michael Jackson. Na apresentação, o promotor apresentou um suposta foto do corpo de Michael Jackson ainda no hospital.

Em seguida, a defesa de Dr. Murray, representada pelo advogado Edwart Chernoff, alegou que o astro pop se medicou até a morte.

Segundo Chernoff, depois de aplicar apenas 25 mg de Propofol, por insistência do cantor, o médico se retirou do quarto. Michael Jackson, então, teria se automedicado com o anestésico.

O advogado começou sua defesa dizendo que iria mostrar quem Dr. Murray realmente é, e tentou responder duas questões: o que aconteceu no quarto do cantor com a saída do médico e como Michael Jackson chegou ao coma.

“Michael Jackson é a única celebridade que Dr. Murray conheceu. Ele não é um médico celebridade, ele literalmente salva vidas”, disse Chernoff. Neste momento, Conrad Murray não se conteve e chorou.

A defesa ainda afirmou que Michael Jackson sofria de problemas para dormir, por isso usava o anestésico Propofol com frequência. “Dr. Murray concordou em medicar o cantor com Propofol, mas tentou ajudá-lo parar”, disse.

Chernoff também disse que seu cliente estava tentando substituir o medicamento e que um dermatologista de Bevelery Hills também estaria aplicando em Michael o analgésico ilegal Petidina (Demerol).

O último a testemunhar foi o produtor da turnê de ‘This Is It’, Paul Galgaware. No seu relato, ele explicou os meandros do cronograma dos ensaios e da turnê e relatou que Michael Jackson fez questão de ter os serviços de Dr. Murray na série de shows.

Galgaware então contou a promotoria que o médico exigiu US$ 5 milhões por ano pelo serviço e as negociações foram encerradas. Por insistência de Michael, que disse que precisava cuidar da “máquina”, o produtor volta a negociar com Dr. Murray e fecha um salário de US$ 150 mil.

Com o acordo fechado, Michael Jackson, o produtor, o médico e empresários conversaram sobre a saúde e o comprometimento do cantor. Por fim, Galgaware disse; “Dr. Murray sabia o que deveria fazer”.

Fonte: Terra

Promotoria divulga áudio e foto de Michael Jackson morto em uma maca

A acusação mostrou uma foto de Jackson ensaiando no estádio Staples Center, em Los Angeles

Uma foto de Michael Jackson aparentemente morto numa maca de hospital foi exibida no começo do julgamento do médico Conrad Murray,  terça-feira passada dia 27, em Los Angeles.
Murray é acusado de homicídio culposo por negligência ao dar anestésicos ao cantor, morto em 25 de junho de 2009, quando estava prestes a lançar uma turnê.
A acusação mostrou uma foto de Jackson ensaiando no estádio Staples Center, em Los Angeles, um dia antes de sua morte, ao lado de outra foto dele deitado numa maca de hospital, de avental, no dia seguinte.
“A questão é: o que aconteceu entre 24 de junho de 2009, quando Michael Jackson, mostrado nesta foto, dançando no Staples Center, cantando ‘Earth Song’ […], o que aconteceu entre esta foto e aproximadamente 12 horas depois, quando Michael Jackson está morto”, disse o promotor David Walgren, apontando para as imagens.
O que diz a gravação:
“Nós temos que ser fenomenais. Quando as pessoas deixarem este show, queremos que eles digam: ‘Nunca vi nada como isso. Ele é o maior artista do mundo'”, dizia Michael, com uma voz fraca e confusa, na gravação.
Médico chora
O médico Conrad Murray, 58, chorou no início do julgamento sobre a morte de Michael Jackson. O médico é acusado de homicídio culposo por negligência ao dar anestésico ao cantor, morto em 25 de junho de 2009, e se declarou inocente da acusação.
Murray chorou quando seu advogado falou sobre a relação de amizade que ele mantinha com Jackson e como o cantor permitiu que o médico participasse de sua vida pessoal.
Segundo a defesa de Murray, Jackson tomou o medicamento que provocou a sua morte –o anestésico propofol– quando estava sozinho. Quando o médico voltou ao quarto, diz a defesa, o cantor estava morto e não havia nada que pudesse ser feito para reanimá-lo.
Fonte: cidadeverde.com

Defesa: M. Jackson causou própria morte; promotor vê negligência

Em defesa de Dr. Conrad Murray no julgamento da morte de Michael Jackson, o advogado Edwart Chernoff alegou na terça-feira (27) que o astro pop se medicou até a morte. Já a acusação, feita pelo promotor David Walgren, o médico foi “grosseiramente negligente”.

Segundo Chernoff, depois de aplicar apenas 25 mg de Propofol, por insistência do cantor, o médico se retirou do quarto. Michael Jackson, então, teria se automedicado com o anestésico.

O advogado de defesa começou seu discurso dizendo que iria mostrar quem Dr. Murray realmente é, e tentou responder duas questões: o que aconteceu no quarto do cantor com a saída do médico e como Michael Jackson chegou ao coma. “Michael Jackson é a única celebridade que Dr. Murray conheceu. Ele não é um médico celebridade, ele literalmente salva vidas”, disse Chernoff.

A defesa ainda afirmou que Michael Jackson sofria de problemas para dormir, por isso usava o anestésico Propofol com frequência. “Dr. Murray concordou em medicar o cantor com Propofol, mas tentou ajudá-lo parar”, disse.

Chernoff também disse que seu cliente estava tentando substituir o medicamento e que um dermatologista de Bevelery Hills também estaria aplicando em Michael o analgésico ilegal Petidina (Demerol).

Acusação 
Primeiro a se pronunciar no julgamento desta terça-feira, o promotor David Walgren apresentou evidências que o médico comprou, ao longo de mais de dois meses, cerca de 15,5 litros de Propofol, anestésico que Murray aplicava ao cantor quase todas as noites.

Walgren ainda disse que o Dr. Murray só chamou o resgate médico 24 minutos depois de encontrar o cantor inconsciente e negou aos médicos ter dado Propofol a Michael Jackson.

 Fonte: Terra

Foto de Michael Jackson Morte Intenções assustador?

Parece que a promotoria queria dar a Michael Jackson a morte a foto de um tratamento, murky gritty antes de ter sido apresentado em tribunal esta manhã – porque era claramente retocadas olhar tão assustador quanto possível.

Parece que a foto não é o pic original – porque agora inclui uma borda esfarrapada, uma tonalidade verde morgue-esque … ea palavra “Homicide” impressa sobre o corpo de MJ em um granulado, fonte policial-estilo.

A acusação usou a foto como fundo para uma apresentação de slide-show no tribunal.

Compare a foto para uma versão limpa da foto (abaixo) – é a foto escura mais propensos a agitar o júri?

Fonte: TMZ

Júri vai apurar a responsabilidade do homem que ministrou remédios ao cantor no dia de sua morte, 25 de junho de 2009.

Teve início no começo da tarde (8h30 no horário da Califórnia) desta terça, 27, em Los Angeles, o julgamento de Conrad Murray pela morte de Michael Jackson. O médico de 58 anos é acusado de homicídio culposo – quando não há intenção de matar – pela promotoria. Ele pode enfrentar uma pena de até quatro anos de prisão. O julgamento deve durar cinco semanas.

O médico que ministrou as drogas que levaram o cantor à morte em junho de 2009 chegou ao tribunal por volta de 12h30, dentro de um carro. No mesmo horário, mas a pé, caminhando em meio aos fotógrafos, chegou a família Jackson. Entre eles, a matriarca Katherine e o pai Joe Jackson, além dos irmãos Jermaine, Janet, Tito, Randy e LaToya.

Argumentos da promotoria

A sessão desta terça foi aberta com os argumentos do promotor David Walgren. Na tese da promotoria, Michael Jackson morreu por uma overdose de propofol, um forte anestésico, ministrado pelo Doutor Conrad Murray em 25 de junho de 2009. A promotoria quer provar que Murray agiu com “incompetência e negligência” no caso.

Para provar que Murray queria deixar Michael constantemente dopado, o promotor acusou o médico de comprar regularmente grandes quantidades de propofol, inclusive mentindo ao farmacêutico que tinha uma clínica em Santa Mônica para ter acesso a tais drogas.

Ainda no intuito de demonstrar a fragilidade de Michael, a promotoria exibiu uma gravação, feita pelo próprio celular de Murray, da voz de Michael Jackson falando sobre a turnê “This is it” sob efeito de substâncias desconhecidas, mas audivelmente desorientado. “Nós temos que ser fenomenais. Quando as pessoas deixarem este show, queremos que eles digam: ‘Nunca vi nada como isso. Ele é o maior artista do mundo'”, dizia Michael, com uma voz fraca e confusa, na gravação.

O promotor acusou Murray de abandono, já que o médico deixou Jackson sem supervisão durante alguns minutos, e disse ainda que os dois não mantinham uma relação médico-paciente e sim de empregado-empregador: “Dr. Murray agiu de maneira muito negligente e não trabalhava pensando no que era melhor para Michael Jackson. Ele trabalhava por US$150 mil por mês.” Além disso, a promotiria declarou que Murray não teria dito aos médicos da emergência que administrou propofol no cantor.

Tesa da defesa: Michael foi responsável por sua própria morte

Para convencer o júri de que o médico Conrad Murray é inocente da acusação de homicídio culposo na morte de Michael Jackson, a defesa afirma que o popstar causou sua própria morte.

Nas palavras do advogado Ed Chernoff, o próprio popstar tomou pílulas de lorazepam e auto-injetou uma dose massiva do anestésico propofol, causando a overdose e, consequentemente, a morte:

– Michael Jackson estava frustado porque seu médico não lhe deu o remédio que ele queria. Ele agiu de maneira que causou sua própria morte. Nossas provas mostrarão isso. Michael tomou 8mg de lorazepan. Os especialista mostrarão que isso é o suficiente para colocar seis de vocês para dormir.

 E prosseguiu:

– Michael administrou uma dose de propofol sozinho quando Murray deixou o quarto. Somado ao Lorazepan, isso criou uma tempestade que causou sua morte. Quando Murray voltou, não adiantava fazer CPR. Ele morreu tão rapidamente que seus olhos ainda estavam abertos.

 Filho pode depor

Segundo o site TMZ, Prince Michael, filho mais velho do cantor, pode ajudar a desvendar o mistério que envolve a morte do cantor, que ocorreu em junho de 2009 e teria sido causada por uma overdose de remédios. Ainda segundo o TMZ, Prince seria uma testemunha ocular da cena da morte do pai.

Jermaine e LaToya Jackson

Mesmo assim, Prince estaria nervoso e não quer testemunhar no julgamento do médico. Segundo o site, o filho de Michael disse que mesmo não participando do julgamento, vai fazer o que for preciso para fazer justiça ao pai.

Fontes próximas à família de Michael contaram que Prince está nervoso e teme ficar confuso e estragar tudo na hora do julgamento. O menino de 14 anos está na lista das testemunhas de acusação, pois alega que foi chamado em seu quarto para ajudar o Dr. Murray durante a emergência.

Segundo o site “Radar Online”, no entanto, os filhos maiores de Michael, Prince Michael e Paris, de 14 e 13 anos, respectivamente, teriam pedido a sua avó e tutora, Katherine Jackson, que os permita depor no julgamento.

Joe Jackson, pai de Michael

 

Médico já se declarou inocente

Em uma audiência preliminar realizada em janeiro, o médico se declarou inocente. O coreógrafo Kenny Ortega, encarregado de dirigir os shows da turnê “This is it”, que o cantor apresentaria em 2009, será o primeiro a subir ao palanque para depor, segundo o jornal “Los Angeles Times”.

Nesta terça, também dará seu testemunho Paul Gongaware, uma das pessoas que trabalhavam para a empresa que promovia os shows, a AEG, e que será questionado sobre as conversas que manteve com Murray e Jackson.

 Júri com 12 integrantes

O julgamento terá um júri constituído de 12 pessoas. Na exposição inicial de seus argumentos, a Promotoria explicará que durante a investigação realizada após a morte de Jackson foram encontradas provas suficientes de que a má conduta de Murray levou o artista à morte.

Tito e Janet, irmãos de Michael

Já a defesa do médico buscará semear a dúvida sobre a verdadeira participação de seu cliente na morte do artista e tudo aponta que tentará passar a imagem de Michael Jackson como um viciado em remédios cuja saúde estava muito debilitada.

Acredita-se que os advogados de Murray podem alegar que o próprio cantor teria administrado a dose do anestésico propofol que, combinada com outros sedativos, teve um efeito letal. Murray reconheceu que no dia em que Jackson morreu administrou no Rei do Pop sedativos para ajudá-lo a combater a insônia, incluindo o propofol, que, segundo a imprensa americana, o artista consumia de forma habitual.

O médico, no entanto, explicou que Jackson estava vivo após a aplicação dos medicamentos e alegou ter abandonado o quarto para atender uma ligação telefônica. Quando voltou, já teria encontrado Jackson desmaiado e sem pulso sobre a cama.

Foto usada pela promotoria no caso da morte de Michael Jackson

Fãs de Michael Jackson pedem a condenção do médico

 

Fonte: EGO NOTÍCIAS